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Mostrando postagens de Abril, 2014

RESSURREIÇÃO DE JESUS A NOSSA RESSURREIÇÃO

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É necessário dizer que interpretações não faltam a respeito do assunto, os descrentes em Jesus chegam a negar o evento, outros dizem que tudo isso não passa de um mito e outros veem o evento como um ato simbólico.
R.Bultmann, por exemplo acredita que a ressurreição não é um Fato histórico, mas expressão do significado da Cruz, já W. Marxsen vê a ressurreição como uma interpretação das aparições condicionada pelo horizonte apocalíptico e W.Pannemberg acredita que a interpretações das aparições atinge realmente o fato histórico, como disse muitas hermenêuticas foram empregadas na tentativa de explicar o assunto, mas afinal o que é a ressurreição?

Razões históricas para a crença na Ressurreição

Antes de tudo é necessário ressaltar que nós temos relatos extras bíblicos de que Jesus realmente existiu, além de Flávio Josefo, nós temos uma fonte não cristã confiável do II século de um historiador romano chamado tácito que respalda a existência de Jesus e sua execução na cruz emitida por Pôncio …

PÁSCOA E A CEIA DO SENHOR

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O QUE É A PÁSCOA JUDAICA E QUAL SUA RELAÇÃO COM A SANTA CEIA NEOTESTAMENTÁRIA
"Algumas coisas são explicadas pela ciência, outras pela fé.  A Páscoa ou Pessach é mais do que uma data, é mais do que ciência, é mais que fé, Páscoa é amor". Albert Einstein
"Quem compreende a Páscoa não desespera".  (Dietrech Bonhoeffer)
Páscoa é a festa que marca o início do calendário bíblico de Israel e delimita as datas de todas as outras festas na Bíblia. 
Ela está entre as três principais festas de Israel (Shalosh Regalins) e tem duração de sete dias na cultura judaica.
A palavra Páscoa (Pessach) em hebraico) significa literalmente “passagem” (pois o Senhor “passou” sobre as casas dos filhos de Israel, poupando da morte a casa cujo umbral estava sinalizado com o sangue do cordeiro. (Ex 12:27).
Ed René Kivitz afirma que à origem da Páscoa judaica está assentada em quatro conceitos: "escravidão, libertação, cordeiro e terra que mana leite e mel". 
Observe que a páscoa nada mais é d…

UMA BREVE HISTÓRIA DO CULTO AO FALO

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Uma dose de conhecimento histórico, i.e., religiológico, (sim só um pouquinho) é suficiente para deixar nossos pudores embaraçados, uma vez que sexualidade sempre estivera imbricavelmente relacionado a religião parte constitutiva da humanidade.                             Uma historicização a respeito do “falo” ou de seus simulacros (objetos construídos para veneração)  nos períodos arcaicos da história humana, revelará que toda esta carga latente de erotização que (o Ocidente) se dá (eu) ao pênis hodiernamente, está equidistante da concepção que os antigos tinham a respeito da (o) genitália (órgão sexual) masculino. Muitas culturas, incluindo o Egito, Pérsia, Síria, Grécia, Roma, Índia, Japão África até as civilizações Maia e Asteca viam no culto ao pênis uma tentativa de alcançar o favor da fertilidade e à procriação da vida.


Porém, ao que tudo indica o falocentrismo cúltico veio da Índia, com a prática do Brahman de adorar o pênis do deus supremo, Shiva.


   A escultura de seu pên…