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A GENEALOGIA DOS TERMOS E (A-IN) EXISTÊNCIA DO DIABO

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É comum desautorizarmos ceticamente aexistência de personagens, seres, coisas com o discurso de inexistência histórica seja ela na tradição oral ou escrita. Pois uma coisa é viver sem existir (aexistir) e outra é não existir (inexistir).
Quero dizer se pegarmos, por exemplo, a expressão diabo, alguém pode dizer que o diabo é um constructo histórico e que passou a existir sinonimamente com (o) expressão e identidade nos escritos do novo testamento mais precisamente nos evangelhos, etc...
Porém a questão é poderia existir algo ainda que não fosse evocado pelo nome? Parece-me que toda babel-ideológica reside no fato de não verificarmos a luz da razão há alteridade dicotômica existente entre o "Termo e o Ser". Parafraseando a inexistência do termo não anula a aexistência do sujeito, ideia e coisa. Se tomarmos, por exemplo, que eu enquanto ser existente não aexisto para muitos (sujeito anonimo) não significaria dizer que pelo fato de ser desconhecido inexista enquanto ser, uma vez …