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DIZENDO NÃO Á ADULTIZAÇÃO

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Eu digo não a adultização, a xuxização, a erotização precoce de crianças que são instigadas a adotar paradigmas e tendências hipersexualizadas, que violam e abo rtam o percurso natural da vida. Elas são, (as crianças) assim como os genitores (Pais) vitimas de indústrias que confeccionam necessidades para vender soluções. No entanto, é preciso sinalizar que hodiernamente crianças vivem como se fossem adultas e/ou adultos e na contra mão, adultos que se infantilizam cada vez mais num mundo que insiste em criar esteriótipos a fim de tornar seres humanos em meros consumidores reificados por um sistema incrivelmente perverso. Na verdade o que ocorre é um imbricamento muito sutil entre consumo, esteriotipias, erotização e deslocamento espacial, isto é "ausência de valores sólidos" para nortear e para situar indivíduos que devido os efeitos da globalização estão como diz Milton Santos "desterritorializados, mas eu vou mais longe com Marc Augé estão no ...

DESCONECTAR PARA CONECTAR

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Esse deve ser é o imperativo da inter-relacionalidade. Desconectar para conectar-se, sim se não for agora, o mais breve possível vamos ter problemas interpessoais insuperáveis. DESTERRITORIALIDADE Atualmente o impacto das redes sociais na vida humana deslocou indivíduos do mundo concreto para o virtual. Não são poucos os usuários que interagem "full time", isto é, em tempo integral, o tempo todo, mas que não existem no plano da realidade, são avatares, fakes, simulacros que inexistem enquanto agentes, atores sociais ou pessoas. É óbvio, que as Redes Sociais tem o seu papel informativo, interativo, publicitário, etc... porém, não devem enquanto instrumentos tecnológicos substituir o calor, o contato e a aproximação dos seres humanos. NÃO-LUGAR A chegada da revolução digital fez o homem moderno aproximar as distâncias e distanciar as proximidades, isso é fato e não dá mais para negar. Todos sabem que hoje um simples toque no mouse de nossos comp...

BUNDALIZAÇÃO E O ANDROCENTRISMO

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De acordo com Salma Ferraz: A xuxização precedeu o bundismo e o resultado foi o "homo bundus" que reinvindica o bundopólio para si. A mais queue falta de vergonha na bunda.  Não há como disfarçar o  brasileiro é bundalopithecus por paixão, ama bundalizar as coisas, para ele tudo gira em torno da bunda. É o efeito da bundaberração, não é por acaso que mulheres frutas, pera, jaca, melancia, salada de frutas, etc..., fazem sucesso nas redes sociais e na TV,  Por quê?  Por que o [1] androcentrismo é o monopólio dos bundalizados.  O fato é que vivemos numa sociedade bundocrática: manda e faz sucesso quem tem a maior bunda. De tal forma que a semântica aqui de bunda não é mais substantivo e sim verbo, ficaria mais ou menos desse jeito eu bundo, tu bundas, ele bunda, nós bundamos, vós bundais, eles bundam.  Na verdade, aqui, bundam todos. E quem não bunda é bundão. É o boom da bunda no reino da bunda sutra, bunda na mente, bunda nos olhos, tudo...

A VIDA NA MORTE E A MORTE NA VIDA

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By Edgar Morin; Paulo Mazarem.  As estrelas vivem graças a um fogo que as faz existir e, ao mesmo tempo, as devora; a vida delas é uma agonia radiante visto que elas alimentam o seu brilho com a combustão das próprias entranhas, ou seja, "morrem de vida" até alcançar a morte irreversível. O mesmo ocorre com os ecossistemas, que "vivem de morte". Também é assim  conosco, os animais, mamíferos, primatas, seres humanos, vivemos, pela morte e pela destruição delas, da regeneração permanente das nossas células e moléculas. O mesmo vale para as nossas sociedades, que se regeneram educando as novas gerações enquanto morrem as antigas. "Viver de morte, morrer de vida", enunciou Heráclito. Bichat definia a vida como o conjunto das funções que resistem à morte. Isto é, parafraseando o seu enunciado, "a vida resiste à morte utilizando a morte". Há, ao mesmo tempo, luta mortal e cópula entre Eros e Tânatos. By Paulo Mazarem No entanto é objetivável...

WILLIAN DU BOIS, UM ILUSTRE DESCONHECIDO!

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Willian Du Bois (1868-1963) Muito se disse a respeito da "emancipação negra" dos Estados Unidos, porém o que muitos não sabem é que Willian Du Bois (1868-1963), sociólogo e historiador, foi quem exerceu profunda influência sobre Martin Luther king, Jr . Sim, Luther King aquele que viria, logo depois de seu percursor encarnar a figura messiânica da luta pelo combate a segregação racial, Luther King citou muitos textos de Du bois como grande influência para sua decisão de se tornar um militante na batalha contra a segregação racial pela igualdade racial na América.   É de suma importância ressaltar que Du Bois se revelou uma excepcional promessa acadêmica desde jovem. Ganhou uma bolsa na Universidade Fisk e passou dois anos na Alemanha, estudando em Berlim, antes de ingressar em Harvard, onde escreveu uma dissertação sobre o tráfico de escravos. Foi o primeiro afro-americano a se graduar em Harvard com um doutorado. Em paralelo à carreira ativa como prof...

A GENEALOGIA DOS TERMOS E (A-IN) EXISTÊNCIA DO DIABO

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É comum desautorizarmos ceticamente aexistência de personagens, seres, coisas com o discurso de inexistência histórica seja ela na tradição oral ou escrita. Pois uma coisa é viver sem existir ( aexistir ) e outra é não existir ( inexistir ). Quero dizer se pegarmos, por exemplo, a expressão diabo, alguém pode dizer que o diabo é um constructo histórico e que passou a existir sinonimamente com (o) expressão e identidade nos escritos do novo testamento mais precisamente nos evangelhos, etc... Porém a questão é poderia existir algo ainda que não fosse evocado pelo nome? Parece-me que toda babel-ideológica reside no fato de não verificarmos a luz da razão há alteridade dicotômica existente entre o "Termo e o Ser". Parafraseando a inexistência do termo não anula a aexistência do sujeito, ideia e coisa. Se tomarmos, por exemplo, que eu enquanto ser existente não aexisto para muitos (sujeito anonimo) não significaria dizer que pelo fato de ser desconhec...

ANÁLISE DO TERMO CULTURA E OS PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS E METODOLÓGICOS EM DARCY RIBEIRO

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Curso: Ciências da Religião: Bacharelado e Licenciatura Plena em Ensino Religioso. Disciplina: Introdução à Antropologia  Período letivo: 2013/2    Aluno: Paulo Mazarem                                              1)      A partir das discussões sobre o conceito de cultura presente nos textos, desenvolva uma reflexão sobre os modos de compreender o  aspecto do   Gênero?       Antes de abordar à questão propriamente dita gostaria de tecer um breve comentário sobre o conceito “cultura” precipitando-me à re-lembrar aqueles que trafegam pelo universo antropológico, (sabendo é claro que é do conhecimento cientifico) que toda reflexão é um ato de ressignificação quando aliada a vontade de saber epistemológico. Talvez, seja por ess motivo que me atreverei ou melhor me arriscarei a apresent...